Pesquisar este blog

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Há provas arqueológicas de que Jesus realmente Existiu? Vamos a elas:

A Epístola de Publius Lentullus (Públio Lêntulo) ao Senado:



Esta descrição foi retirada de um manuscrito da biblioteca de Lord Kelly, anteriormente copiada de uma carta original de Públio Lêntulo em Roma. Era costume dos governadores romanos relatar ao Senado e ao povo coisas que ocorriam em suas respectivas províncias no tempo do imperador Tiberio César. Públio Lêntulo, que governou a Judéia antes de Pôncio Pilatos, escreveu a seguinte epístola ao Senado relativo ao Nazareno chamado Yeshua (Jesus), no princípio das pregações:



"Apareceu nestes nossos dias um homem, da nação Judia, de grande virtude, chamado Yeshua, que ainda vive entre nós, que pelos Gentios é aceito como um profeta de verdade, mas os seus próprios discípulos chamam-lhe o Filho de Deus - Ele ressuscita o morto e cura toda a sorte de doenças. Um homem de estatura um pouco alta, e gracioso, com semblante muito reverente, e os que o vêem podem amá-lo e temê-lo; seu cabelo é castanho, cheio, liso até as orelhas, ondulado até os ombros onde é mais claro. No meio da cabeça os cabelos são divididos, conforme o costume dos Nazarenos. A testa é lisa e delicada; a face sem manchas ou rugas, e avermelhada; o nariz e a boca não podem ser repreendidos; a barba é espessa, da cor dos cabelos, não muito longa, mas bifurcada; a aparência é inocente e madura; seus olhos são acinzentados, claros, e espertos - reprovando a hipocrisia, ele é terrível; admoestando, é cortês e justo; conversando é agradável, com seriedade. Não se pode lembrar de alguém tê-lo visto rir, mas muitos o viram lamentar. A proporção do corpo é mais que excelente; suas mãos e braços são delicados ao ver. Falando, é muito temperado, modesto, e sábio. Um homem, pela sua beleza singular, ultrapassa os filhos dos homens".



A carta de Pontius Pilate (Pôncio Pilatos) para Tiberius Caesar (Tibério César)



Este é um reimpresso de uma carta de Pôncio Pilatos para Tibério César que descreve a aparência física de Jesus. As cópias estão na Biblioteca Congressional em Washington, D.C. É bem provável que tenha sido escrita nos dias que antecederam a crucifixação.

PARA TIBÉRIO CÉSAR:
"Um jovem homem apareceu na Galiléia que prega com humilde unção, uma nova lei no nome do Deus que o teria enviado. No princípio estava temendo que seu desígnio fosse incitar as pessoas contra os romanos, mas meus temores foram logo dispersados. Jesus de Nazaré falava mais como um amigo dos romanos do que dos judeus. Um dia observava no meio de um grupo um homem jovem que estava encostado numa árvore, para onde calmamente se dirigia a multidão. Me falaram que era Jesus. Este eu pude facilmente ter identificado tão grande era a diferença entre ele e os que estavam lhe escutando. Os seus cabelos e barba de cor dourada davam a sua aparência um aspecto celestial. Ele aparentava aproximadamente 30 anos de idade. Nunca havia visto um semblante mais doce ou mais sereno. Que contraste entre ele e seus portadores com as barbas pretas e cútis morenas! Pouco disposto a lhe interromper com a minha presença, continuei meu passeio mas fiz sinal ao meu secretário para se juntar ao grupo e escutar. Depois, meu secretário informou nunca ter visto nos trabalhos de todos os filósofos qualquer coisa comparada aos ensinos de Jesus. Ele me contou que Jesus não era nem sedicioso nem rebelde, assim nós lhe estendemos a nossa proteção. Ele era livre para agir, falar, ajuntar e enviar as pessoas. Esta liberdade ilimitada irritou os judeus, não o pobre mas o rico e poderoso".

"...Depois, escrevi a Jesus lhe pedindo uma entrevista no Praetorium. Ele veio. Quando o Nazareno apareceu eu estava em meu passeio matutino e ao deparar com ele meus pés pareciam estar presos com uma mão de ferro no pavimento de mármore e tremi em cada membro como um réu culpado, entretanto ele estava tranqüilo. Durante algum tempo permaneci admirando este homem extraordinário. Não havia nada nele que fosse rejeitável, nem no seu caráter, contudo eu sentia temor na sua presença. Eu lhe falei que havia uma simplicidade magnética sobre si e que a sua personalidade o elevava bem acima dos filósofos e professores dos seus dias.

Agora, ó nobre soberano, estes são os fatos relativos a Jesus de Nazaré e eu levei tempo para lhe escrever em detalhes estes assuntos. Eu digo que tal homem que podia converter água em vinho, transformar morte em vida, doença em saúde; tranqüilizar os mares tempestuosos, não é culpado de qualquer ofensa criminal e como outros têm dito, nós temos que concordar - verdadeiramente este é o filho de Deus.

Seu criado mais obediente,

Pôncio Pilatos


O Volume Archko:


Outra descrição de Jesus foi encontrada em "O Volume Archko" que contém documentos de tribunais oficiais dos dias de Jesus. Esta informação confirma que Ele veio de segmentos raciais que tiveram olhos azuis e cabelos dourados (castanhos claros). No capítulo intitulado "A Entrevista de Gamaliel" está declarado relativo ao aparecimento de Jesus (Yeshua):

"Eu lhe pedi que descrevesse esta pessoa para mim, de forma que pudesse reconhece-lo caso o encontrasse. Ele disse: 'Se você o encontrar [Yeshua] você o reconhecerá. Enquanto ele for nada mais que um homem, há algo sobre ele que o distingue de qualquer outro homem. Ele é a "cara da sua mãe", só não tem a face lisa e redonda. O seu cabelo é um pouco mais dourado que o seu, entretanto é mais queimado de sol do que qualquer outra coisa. Ele é alto, e os ombros são um pouco inclinados; o semblante é magro e de uma aparência morena, por causa da exposição ao sol. Os olhos são grandes e suavemente azuis, e bastante lerdos e concentrados....'. Este judeu [Nazareno] está convencido ser o messias do mundo. [...] esta é a mesma pessoa que nasceu da virgem em Belém há uns vinte e seis anos atrás..."
- O Volume de Archko, traduzido pelos Drs. McIntosh e Twyman do Antiquário Lodge, em Genoa, Itália, a partir dos manuscritos em Constantinopla e dos registros do Sumário do Senado levado do Vaticano em Roma (1896) 92-93
Flavio Josefo, historiador judeu, em "Antigüidades dos Judeus" ESSE CARA FOI FAMOSO HISTORIADOR - Historiador que se preze, conhece a autenticidade desse cara.


Esta é uma citação de Flavio Josefo, em suas escritas históricas do primeiro-século intituladas, "Antigüidades dos Judeus" Livro 18, Capítulo 2, seção 3:
" Agora havia sobre este tempo Jesus, um homem sábio, se for legal chamá-lo um homem; porque ele era um feitor de trabalhos maravilhosos, professor de tais homens que recebem a verdade com prazer. Ele atraiu para si ambos, muitos judeus e muitos Gentios. Ele era o Cristo. E quando Pilatos, à sugestão dos principais homens entre nós, o tinha condenado à cruz, esses que o amaram primeiramente não o abandonaram; pois ele lhes apareceu vivo novamente no terceiro dia, como os profetas divinos tinham predito estas e dez mil outras coisas maravilhosas relativas a ele. E a tribo de cristãos, assim denominada por ele, não está extinta neste dia".

Também encontramos em Josefo uma alusão a Tiago, o irmão de Jesus. Em Antigüidades XX9:1 ele descreve a conduta do sumo-sacerdote Anano:
"Mas o jovem Anano, que, como já dissemos, assumia a função de sumo-sacerdote, era uma pessoa de grande coragem e excepcional ousadia; era seguidor do partido dos saduceus, os quais, como já demonstramos, eram rígidos no julgamento de todos os judus. Com esse temperamento, Anano concluiu que o momento lhe oferecia uma boa oportunidade, pois Festo havia morrido, e Albino ainda estava a caminho. Assim, reuniu um conselho de juízes, perante o qual trouxe Tiago, irmão de Jesus chamado Cristo, junto com alguns outros, e, tendo-os acusado de infração à lei, entregou-os para serem apedrejados".


Cornélio Tácito, historiador romano

Cornélio Tácito foi um historiador romano que viveu entre aproximadamente 56 e 120 DC. Acredita-se que tenha nascido na França ou Gália numa família aristocrática provinciana. Ele se tornou senador, um cônsul, e eventualmente o governador da Ásia. Tácito escreveu pelo menos quatro tratados históricos. Por volta de 115 DC, publicou Anais nos quais declara explicitamente que Nero perseguiu os cristãos para chamar atenção para longe de si do incêndio de Roma em 64 DC. Naquele contexto, ele menciona Cristo que foi pôsto a morte por Pôncio Pilatos:


Christus: Anais 15.44.2-8
"Nero fixou a culpa e infligiu as torturas mais primorosas em uma classe odiada para as suas abominações, chamados pela plebe de cristãos. Cristo, de quem o nome teve sua origem, sofreu a máxima penalidade durante o reinado de Tibério às mãos de um de nossos procuradores, Pôncio Pilatos, e uma superstição mais danosa, assim conferidas para o momento, novamente falida não só na Judéia, a primeira fonte do mal, mas até mesmo em Roma..."
Reparem que em todas as cartas que descrevem a aparencia de Jesus, sua descrição é extremamente identica uma à outra. Cabelo Dourado (castanho claro), Olhos acinzentados (levemente azuis), Rosto e testa lisa (parecido com sua mãe) porte alto e "magro", barba... e o principal que foi citada em todas: Ele era muito diferentes dos outros Judeus. Era fácil notar a diferença. Bastaria olhar e saberia quem era Jesus.

Reparem que as cartas são de pessoas diferentes que viveram épocas diferentes, porém a descrição é identica. Tais manuscritos estão guardados em museus e bibliotecas. Infelizmente, os ateus não acreditam na existencia dessas cartas e ainda ironizam, dizendo que daqui alguns séculos, encontrarão cartinhas ao papai noel e devido a isso, ele passará a existir.

Gente sem argumento é assim!



Luciano de Samosata:

Foi um escritor satírico do século segundo, tendo zombado de cristo e dos cristãos. Luciano relacionou os cristãos com as sinagogas da Palestina e referiu-se a Cristo como

"... o homem que foi crucificado na Palestina porque introduziu uma nova seita no mundo... Além disso, o primeiro legislador dos cristãos os persuadiu de que todos eles seriam irmãos uns dos outros, após terem finalmente cometido o pecado de negar os deuses gregos, adorar o sofista crucificado e viver de acordo com as leis que ele deixou".

 
Luciano também menciona váqrias vezes os cristãos em Alexandre, o Falso Profeta, seções 25 e 29.

Suetônio (120 A.D.)

Um outro historiador romano, oficial da corte de Adriano, escritor dos anais da Casa Imperial, diz:

"Como os judeus, por instigação de Chrestus (uma outra forma de escrever Christus), estivessem constantemente provocando distúrbios, ele os expulsou de Roma".
Vida de Cláudio
Escreve também:

"Nero infligiu castigo aos cristãos, um grupo de pessoas dadas a uma supertição nova e maléfica".

Vidas dos Césares

Plínio segundo, Plínio Jovem:

Governador da Bitínia, na Ásia Menor (112 A.D.), Plínio escreveu ao imperador Trajano, solicitando orientação sobre como tratar os cristãos.

Na carta ele explicava que vinha matando homens e mulheres, meninos e meninas. Eram tantos os que estavam sendo mortos que tinham dúvidas se deveria continuar matando todos os que se descobrisse serem cristãos ou apenas determinados cristãos. Ele explicou o que fizera os cristãos se curvarem perante as estátuas de Trajano. Prossegue dizendo que ele também "os fez aladiçoarem a Cristo, o que não se consegue obrigar um cristão verdadeiro a fazer". Na mesma carta ele fala das pessoas que estavam sendo julgadas: "Eles afirmavam, no entanto, que sua única culpa, seu único erro, era terem o costume de se reunirem antes do amanhecer num certo dia determinado, quando então cantavam respopnsivamente os versos de um hino a Cristo, tratando-o como Deus, e prometiam solenemente uns aos outros a não cometerem maldade alguma, não defraudarem, não roubarem, não adulterarem, nunca mentirem, e a não negar a fé quando fossem instados a fazê-lo".


Epístolas X.96 Tertuliano:
Jurista e teólogo de Cartago, ao fazer em 197 A.D. uma defesa do cristianismo perante as autoridades romanas na África, Tertuliano menciona a correspondência trocada entre Tibério e Pôncio Pilatos:

"Portanto naqueles dias em que o nome cristão começou a se tornar conhecido no mundo, Tibério, tendo ele mesmo recebido informações sobre a verdade da divindade de Cristo, trouxe a questão perante o Senado, tendo já se decidido a favor de Cristo. O Senado, por não haver dado a ele próprio a aprovação, rejeitou a proposta. César manteve sua opinião, fazendo ameaças contra todos os acusadores dos cristãos". Apologia, V.2



Talo, o historiador samaritano
Talo, que escreveu em 52 A.D. é um dos primeiros escritores gentios a mencionar Cristo. No entanto, seus escritos se perderam, e deles temos conhecimento só através de peqeunas citações feitas por outros escritores. Um desse é Júlio Africano, um escritor cristão que viveu por volta de 220 A.D. Um trecho bem interessante diz respeito a um comentário feito por Talo. Júlio Africano escreve:
"Talo, no terceiro dos livros que escreveu sobre a história, explica essa escuridão como um eclipse do sol - o que me parece ilógico (é claro que é ilógico, pois um eclipse solar não poderia acontecer em época de lua cheia, e foi na época da lua cheia da Páscoa que Cristo morreu)."

Assim, a partir dessa citação percebemos que o relato dos Evangelhos acerca das trevas que se abateram sobre a terra por ocasião da crucificação de cristo era bem conhecido, e exigia uma explicação naturalista por parte daqueles não-crentes que haviam testemunhado o acontecimento.

Flêgão, um historiador do primeiro século:
Suas crônicas se perderam, mas um pequeno trecho dessa obra, que confirma a escuridão sobre a terra na hora da crucificação. também é mecionado por Júlio Africano. Depois de comentar a opinião ilógica de talo sobre a escuridão, Júlio Africano cita Flêgão:
"Durante o tempo de Tibério César, ocorreu um eclipse do sol durante a lua cheia".

Flêgão também é mencionado por Orígenes em Contra Celso (Livro 2, seções 14, 33, 59).

Filopão (De opif.mund.II 21) diz:

"E sobre essas trevas... Flêgão meciona-as em Olimpiadas (o título do livro que escreveu)".
Ele diz que:

"Flêgão mencionou o eclipse que aconteceu durante a crucificação do Senhor Jesus Cristo e não algum outro eclipse; está claro que ele não tionha conhecimento, a partir de suas fontes, de qualquer eclipse (semelhante) que tivesse anteriormente ocorrido... e isso se vê nos próprios relatos históricos sobre Tibério César".

A Carta de Mara Bar-Serapião:

F. F. Bruce assinala:

"... no museu britânico um interessante manuscrito que preserva o texto de uma carta escrita um pouco depois de 73 A.D., embora não possamos precisar a data. Esta carta foi enviada por um sírio de nome Mara Bar-Serapião a seu filho Serapião. Na época Mara Bar-Serapião estava preso, mas escreveu para incentivar o filho na busca de sabedoria, tendo ressaltado que os que perseguiram homens sábios foram alcançados pela desgraça. Ele dá o exemplo de Sócrates, Pitágoras e Cristo:

´Que vantagens os atenienses obtiveram em condenar Sócrates à morte? Fome e peste lhes sobrevieram como castigo pelo crime que cometeram.`


´Que vantagem os habitantes de Samos obtiveram ao pôr fogo em Pitágoras? Logo depois sua terra ficou coberta de areia.`


´Que vantagem os judeus obtiveram com a execusão de seu sábio Rei? Foi logo após esse acontecimento que o reino dos judeus foi aniquilado.`

Com justiça Deus vingou a morte desses três sábios:


* Os atenienses morreram de fome;


* Os habitantes de Samos foram surpreendidos pelo mar;


* Os judeus, arruinados e expulsos de sua terra, vivem completamente dispersos.

Mas...

* Sócrates não está morto; ele sobrevive nos ensinos de Platão.


* Pitágoras não está morto; ele sobrevive na estátua de Hera.


* Nem o sábio Rei está morto; Ele sobrevive nos ensinos que deixou...".



Justino Mártir:

Por volta de 150 A.D., Justino Mártir, ao escrever a Defesa do Cristianismo, enviada ao imperador Antonio Pio, sugere ao imperador que consulte o relato de Pilatos, o qual Justino supunha que devia estar guardado nos arquivos imperiais. Ele diz que as palavras "transpassaram meus pés e mãos" são uma descrição dos cravos que prenderam suas mãos e pés na cruz; e depois de o crucificarem, aqueles que o crucificaram sortearam suas roupas e dividiram-nas entre si. E se tais coisas assim aconteceram, poderás verificar nos ´Atos` que foram escritos no governo de Pôncio Pilatos. Posteriormente ele diz: "Poderás facilmente conferir nos ´Atos`de Pôncio Pilatos que Ele realizou esses milagres" (Apologia).


Elgin Moyer, em Who was who in church history (Quem foi quem na história da igreja), descreve Justino Mártir como um: "... filósofo, mártir, apologeta, nascido em Flávia Neápolis. Com boa formação, parece ter tido recursos suficientes para levar uma vida de estudos e viagens. Sendo um ávido inquiridor da verdade, bateu sucessivamente às portas do estoicismo, aristotelismo, pitagorismo e platonismo, mas detestou o epicurismo. No início teve algum contato com os judeus, mas não se interessou pela religião seguida por eles. O platonismo foi o que mais exerceu atração sobre ele, e ele imaginava que estava em vias de atingir o alvo de sua filosofia - a visão de Deus - quando, num certo dia, numa caminhada solitárian à beira-mar, o jovem filósofo econtrou um idoso e venerável cristão, pessoa de semblante agradável e de uma serena dignidade. Esse humilde cristão abalou a confiança de Justino na sabedoria humana e mostrou-lhe os profetas hebreus, ´homens que viveram antes do que todos aqueles filósofos de renome, homens cujos escritos e ensinos predisseram a vinda de Cristo...`Seguindo o conselho daquele senhor idoso, esse zeloso platonista tornou-se um cristão de verdade. Ele afirmou: ´Descobri que só sta filosofia é segura e proveitosa`. Depois da conversão se tornou um grande defensor da fé cristã.

 
Os Talmudes Judeus:

Tol´doth Yeshu: Há referência a Jesus como "Ben Pandera".

Talmude Babilônico. Diz: "... e penduraram-no na véspera da Páscoa".
O título que o Talmude dá a Jesus: "Ben Pandera (ou ´Ben Pantere`)" e "Jeshu ben Pandera". Muitos estudiosos afirmam que "pandera"é um jogo de palavras, um trocadilho com a palavra grega panthenos, que significa "virgem" chamando-o de "filho da virgem". Joseph Klausner, um judeu, afirma que "o nascimento ilegítimo de Jesus era uma idéia corrente entre os judeus...".



Os comentários na Baraila são de grande valor histórico: "Na véspera da Páscoa eles penduraram Yeshu (de Nazaré) e antes disso, durante quarenta dias o arauto proclamou que (Yeshu de Nazaré) ia ser apedrejado ´por prática de magia e por enganar Israel e fazê-lo se desviar. Quem quer que saiba algo em sua defesa venha e interceda por ele`. Mas ninguém veio em sua defesa e eles o penduraram na véspera da Páscoa" (Talmude Babilônico, Sanhedrim 43a)".
O Amoa ´Ulla`("Ulla" foi um discípulo do rabino Youchanan e viveu na palestina no final do século terceiro) acrescenta: "E acreditas que em favor de Yeshu de Nazaré houvesse qualquer direito de apelação? Ele era um enganador, e o Misericordioso disse: ´Não o pouparás nem o esconderás`. Não foi assim, pois que Jesus tinha o apoio da autoridade civil".
As autoridades judaicas não negavam que Jesus operasse sinais e milagres (Mt 9:34; 12:24; Mc 3:22), mas atribuíam-nos a atos de magia.
O Pesquisador judeu Joseph Klausner escreve que "o Talmude fala de enforcamento em vez de crucificação, pois essa terrível forma de execução utilizada pelos romanos só era conhecida dos estudiosos judeus através de julgamentos efetuados pelos romanos, sendo desconhecida no sistema legal judeu. Até mesmo Paulo, o apóstolo, (Gl 3:13) explica que a passagem bíblica ´maldito todo aquele que for pendurado no madeiro`, isto é, enforcado (Dt 21:23), é aplicável a Jesus".

Sanhedrim 43a também menciona os discípulos de Jesus.
A Enciclopédia Britânica:

A Eciclopédia britãnica emprega 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Tal descrição ocupa mais espaço do que o que foi dado a Aristóteles, Cícero, Alexandre, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.

Acerca do testemunho de muitos relatos seculares independentes sobre Jesus de nazaré, essa enciclopédia registra que:

Esses relatos independentes comprovam que nos tempos antigos até mesmo os adversários do cristianismo jamais duvidaram da historicidade de Jesus, a qual, pela primeira vez e em bases inadequadas, veio a ser questionada por vários autores do fim do século dezoito, do século dezenove e do início do século vinte".

29 comentários:

  1. Bruxa evangélica Publius Lentulus nunca existiu, só que ainda dá atenção a esse falso texto são os hereges espíritas. Estúpida, você divulga textos falsificados em nome de quem? Afinal mesmo os mais cretinos dos pentecostais admitem que esses textos são falsos, estude um pouco de história e teologia se for capaz de ler claro.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Publius Lentulus é um suposto senador romano que teria vivido na Galiléia à época de Jesus Cristo. Se é suposto, pode ter ou não vivido.Ateus revoltados são mais burros do que os religiosos fanáticos.O nosso calendário é baseado em que?

      Excluir
    2. E você existirá daqui a 1000 anos, rapaz? Que provas terá? Não se esqueça de deixar em inox, em pedra ou alguma coisa duradoura, porque documentos de cartórios também são incinerados. Que testemunhas haverá de você? Se houve testemunhas de Jesus que APESAR DE AMEAÇAS DE MORTE continuaram a testemunhar, acha que eram masoquistas, queriam morrer POR UMA MENTIRA? SENDO QUE MENTIRA SEMPRE FOI VEEMENTEMENTE CONDENADA PELOS ENSINOS DO NOVO TESTAMENTO? E quanto ódio nas palavras de um ATEU CHEIO DE ÓDIO RELIGIOSO, anti Jesus Cristo ou anticristo.

      Excluir
    3. O Cristianismo sendo inventado aos poucos durante o primeiro e segundo século é a verdadeira história. A autoria coletiva lhe dá mais valor. Não é uma mentira. Tudo aquilo realmente aconteceu só que obra da ingenuidade e imaginação humana. Vejam a carta Publius Lentullus. Ela demorou um milênio para ser escrita e ser descoberta no tempo certo para inspirar a arte religiosa da renascença. Nada mais divino.

      Excluir
  2. É depois de 2000 anos da vinda de Jesus ainda não aprendemos suas lições, a pessoa acima certamente não é cristão porque Jesus jamais pregou a intolerância, a raiva, o julgamento.
    Nunca vi em um tão breve cmentário tanta dureza de coração...
    Se não me engano o Mestre disse: " A cada um Segundo suas OBRAS" não segundo suas CRENÇAS, se a pessoa que postou o texto crê que foi desta forma respeite pois com amesma medida que julgardes também serás julgada.
    Quem estará ao lado de Jesus não serão os evangélicos, ou católicos, ou espíritas mas sim TODO aquele que viver o amor ao próximo em todos os atos da sua vida, independente de credo..

    ResponderExcluir
  3. bem dito!!

    Realmente é de doer o coração como a campanha contra O Nosso Senhor Jesus vem aumentando! Infelizmente o anti Cristo que o próprio mestre se referiu anda mesmo ao nosso meio...
    E infelizmente como o nosso Próprio Senhor e Mestre já profetizara, pregando o ódio e raiva, a intolerância e a incompreensão!!

    Vivamos sempre sempre a doutrina do AMOR, da COMPREENSÃO e do RESPEITO, e não a mesquinhez eo ato de se achar melhor ou maior que os outros!

    Espero que Jesus olhe por ti meu amigo, e tenha compaixão e perdoe tuas faltas pois és tão pequeno para julgar com tanta astúcia..
    assim como cristo disse: "afasta-te de mim Satanás" isso é o que lhe digo......

    ResponderExcluir
  4. Se nós cristão estivermos certos e Jesus existiu(e Ele existe)todos os ateus que não se arrependerem terão um encontro de juizo com Ele,então ateus serão condenados a perdição eterna e perderão tudo!
    Agora se os ateus estiverem certos,estamos numa situação mais confortavel,porque não seremos julgados por ninguem,não seremos condenados a nada e não perderemos nada!
    E então,ateus...já pensaram na possibilidade de estarem errados?

    ResponderExcluir
  5. Publius Lentulus é um personagem fictício, não há nada que leve a crer que ele realmente existiu. A carta de Pontius Pilate é uma óbvia falsificação, é só ver a forma como o texto é escrito que dá para perceber que foi escrita por um cristão. Se Pontius Pilate tivesse esse respeito pelo galileu, com certeza impediria a sua crucificação.

    Eu concordo que Jesus tenha existido, mas muitas das provas apresentadas aqui são falsas.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E você existirá daqui a 1000 anos, rapaz? Que provas terá? Não se esqueça de deixar em inox, em pedra ou alguma coisa duradoura, porque documentos de cartórios também são incinerados. Que testemunhas haverá de você? Se houve testemunhas de Jesus que APESAR DE AMEAÇAS DE MORTE continuaram a testemunhar, acha que eram masoquistas, queriam morrer POR UMA MENTIRA? SENDO QUE MENTIRA SEMPRE FOI VEEMENTEMENTE CONDENADA PELOS ENSINOS DO NOVO TESTAMENTO?

      Excluir
    2. Nem precisa a internet já te concedeu a imortalidade.

      Excluir
  6. O mais importante é que se ele não tivesse existido não estaria tão VIVO depois de 2012 anos....
    A simples menção de seu nome não faria meu coração se enternecer....
    A leitura de suas palavras não ficaria plantada no meu coração....
    Paz....a todos...
    Eu Te Amo JESUS!!!!

    ResponderExcluir
  7. TODO CRENTE = IMBECIL IGNORANTE e CEGO. Invés de ler bíblia que não passa de almanaque de contos e regras de conduta para uma antiga sociedade bárbara porque vcs não leêm sobre história e arqueologia? Se fizerem isso ao invés de alienarem suas mentes com bíblia, certamente entenderão que a história desse personagem INVENTADO chamado Jesus, é a mesma história de culto ao deus hórus dos egípcios que data de mais de 5000 anos atrás. Resumindo.....a igreja ROMANA copiou os dogmas dos egípcios, falsificou documentos e inventou essa baboseira toda que serve para um único propósito até hoje. Conter e manipular as pessoas. Parem de ler bíblia vão ler ciência, história e arqueologia.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. vc nao sabe oq dis vc e louco a bíblia e um otímo ensinamento se vc ler só um pouquinho concerteza sua ignorancia e insignificancia ira diminuir mesmo vc falando essa bobagem,(toda deus te ama)

      Excluir
    2. Uma pessoa ignorante geralmente é analfabeta, por isso que escreve 'concerteza' ao invés de com certeza. Repetindo....todo crente é um ignorante, burro, manipulável e trouxa.

      Excluir
  8. O imbecil(a) que criou esse post citando aquele monte de asneiras como provas arqueológicas, certamente não sabe nem o que é uma prova arqueológica. Tudo que foi citado provém de falsificações e adulterações de documentos.

    Os únicos autores que poderiam ter escrito a respeito de Jesus Cristo, e como tal foram apresentados pela Igreja, foram Flávio Josefo, Tácito Suetonio e Plínio. Invocando o testamento de tais escritores, a Igreja pretendeu provar que Jesus Cristo teve existência física, e incutir como verdade na mente dos povos todo o romance que gira em torno da personalidade fictícia de Jesus.

    Se Jesus Cristo realmente tivesse existido, a Igreja não teria necessidade de falsificar os escritos desses escritores e historiadores. Haveria, certamente, farta e autêntica documentação a seu respeito, detalhando sua vida, suas obras, seus ensinamentos e sua morte. Aqueles que o omitiram, se tivesse de fato existido, teriam falado dele abundantemente. Os mínimos detalhes de sua maravilhosa vida seriam objeto de vasta explanação. Entretanto, em documentos históricos não se encontram referências dignas de crédito, autênticas e aceitáveis pela história. Em tais documentos, tudo o que fala de Jesus e sua vida é produto da má-fé, da burla, de adulterações e intercalações determinadas pelos líderes cristãos. Tudo foi feito de modo a ocultar a verdade.

    Por isso que digo e repito mais uma vez CRENTE = IGNORANTE.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Os primeiros cristãos, foram perseguidos e mortos, mas não negaram o autor da vida.Com certeza não sera diferente nos dias atuais em que o mundo prefere dar valor as mais imbecis filosofias, e ate mesmo acreditar em si próprios.È simples de entender, quem é de Deus o compreende, quem não é jamais o compreendera, porque as coisas de Deus é por meio da fé, e não por vista.

      Excluir
  9. hoje em dia nenhum academico sério duvida da existencia de jesus.o que deixamos de analisar e o fato que no inicio do movimento cristao,muita coisa se perdeu,o que temos hoje e o que consequiu sobreviver de uma persequiçao muito forte imposta por roma ao evangelho,isto é fato.mas afinal uma mentira nao sobreviveria a opressao,ninquem morreria para sustentar uma propaganda,quem realmente vivenciou aquele periodo e puderam testemunhar com os próprios olhos deram suas vidas a favor de jesus,isto é outro fato,do contrario ninquem estaria falando sobre jesus hoje.

    ResponderExcluir
  10. O simples fato de falsificarem documentos para provar a existência de Jesus já coloca sob suspeita toda a citação bíblica sobre esse homem. SE ele realmente existiu, pra que falsificar documentos, como já foi comprovado e divulgado pela arqueologia e pela filologia?! (Somente a autora do texto acima ainda não sabe disso... não lê (só lê a bíblia). Não precisamos maltratar ninguém para discordar... Jesus Cristo é pura invenção...

    ResponderExcluir
  11. Isaías cap.53 está falando de quem?????

    ResponderExcluir
  12. Jesus cristo e o maior ... creiam em jesus ou queimarão no inferno ...

    OS QUE NN ACREDITAM EM JESUS SÓ LAMENTOS

    ResponderExcluir
  13. ás vezes todos estes bloguistas parecem ingorantes e pouco pensadores quanto ao que dizem, o que foi postado por o caro rapaz/rapariga é facilmente refutável mas se começarem a pegar em livros de filosofia e a lerem alguns excertos e compararem um pouco das outras religiões á luz da filosofia posso dizer que caiem como pintainhos nas mãos de alguem, é que isto de falar sem sustento e ter impigido na cabeça coisas ateias que já mais um ateu pode existir porque o humano é ser necessáriamente religioso é absurdo. Por isso leiam um pouco de descartes e kant e mnos de HUme que era cetico e o ceticismo = incerteza relativamente ao metafisico. E quanto a dados arquealogicos por favor leiam -.- e perquisem um pouco, que não custa: http://lucasbanzoli.no.comunidades.net/index.php?pagina=1078325968

    ResponderExcluir
  14. Vc que acredita em Jesus é um idiota. É, um idiota, simples assim! Jesus não passa de uma lenda, plagiada dos dogmas Egípcios as quais já faziam parte da crença popular, fruto do culto ao Deus Hórus. Já foi provado técnica, cientifica e quimicamente a adulteração de documentos tidos como 'cartas' de Pilatos ou Josefo onde esse tal de Jesus fora mencionado. Os cientistas, bioquimicos provaram a falsificação grosseira, adição de textos com outras tintas e caligrafias citando Jesus em meio as cartas originais. Se o homem Jesus existiu, ele foi um 'Che-Guevara' da época, um reacionista e sindicalista como outros tantos mais modernos. Se a mensagem desse cara é de paz e igualdade, ótimo, mas parem de delirar sobre essa crença estúpida que cega a humanidade sobre filho de Deus. Todos são filhos de Deus e Deus é a inteligencia e causa primária de todas as coisas, vc é uma consciência que anima um corpo fisico que habita um planeta em busca de evolução intelectual e moral. Religião e Jesus Messias é um lixo inventado pelo homem, e difundido pelo império romano para escravizar as mentes e tirar seu dinheiro. Apenas isso.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. E você existirá daqui a 1000 anos, rapaz? Que provas terá? Não se esqueça de deixar em inox, em pedra ou alguma coisa duradoura, porque documentos de cartórios também são incinerados. Que testemunhas haverá de você? Se houve testemunhas de Jesus que APESAR DE AMEAÇAS DE MORTE continuaram a testemunhar, acha que eram masoquistas, queriam morrer POR UMA MENTIRA? SENDO QUE MENTIRA SEMPRE FOI VEEMENTEMENTE CONDENADA PELOS ENSINOS DO NOVO TESTAMENTO? Sem contar o ódio nas suas palavras, próprias de quem nega a Jesus de quem é anti Jesus Cristo, ou anticristo.

      Excluir
  15. Jesus Existe acreditem vcs ou ñ !!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. jesus existe sempre e sempre existiu ele encarnou em maria atravez do anjo gabriel na anunciaçao e ponto final,,,

      Excluir
  16. Provavelmente, jesus foi só um conto que foi bastante patrocinado pela Roma do 1º século.
    --------------------------------------------------------------------------------------
    https://metaetica.blogspot.com.br/p/escritores-contemporaneos-de-jesus.html

    ResponderExcluir

Concordam? Comentem...